«Chega até nós, vindo não se sabe de onde, um sussurro, um chamado débil, uma premonição de que existe uma vida mais rica, e sabemos que a deixamos de lado. Cheios de tensão em face do ritmo louco de nossas tarefas diárias, a pressão é ainda maior em decorrência da inquietação interior, porque percebemos insinuações de que há um estilo de vida imensamente mais rico e profundo do que toda essa existência apressada. Existe uma vida repleta de serenidade, paz e poder, sem pressa.»
Thomas Kelly
" Porque melhor é a sabedoria do que os rubis; e, de tudo o que se deseja, nada se pode comparar com ela." - Provérbios 8.11
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quarta-feira, 9 de setembro de 2009
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
A PAZ SE EXPANDE
«A experiência de paz interior também irradia pensamentos pacíficos para os meus semelhantes. Pensamentos hostis e raivosos não têm lugar aqui. A meu ver, a paz não é primordialmente um apelo para viver pacificamente com todos. A paz com as pessoas nasce, antes, da experiência da minha paz interior. Não preciso, então, criar nenhuma paz. Em mim há paz. E ela se expande por si mesma.» (Anselm Grün, em "O Pequeno livro da verdadeira felicidade")
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domingo, 10 de agosto de 2008
PARAR

«É preciso parar, para me acalmar. Preciso cessar de correr por aí, de agitar-me. Preciso ficar parado, ficar em mim mesmo. Quando paro, encontro-me antes de tudo comigo mesmo. Daí, não posso mais transferir para fora a minha inquietude. Vou percebê-la em mim mesmo. Apenas quem resiste à própria inquietude alcança a calma.
Ao amamentá-la, a mãe acalma a criança que chora de fome. Também devo acalmar a minha alma, que chora por dentro. Quando não corro mais de um lado para o outro, a fome do meu coração se apresenta. Ele precisa de alimento. Devo me voltar maternalmente para o meu coração, para que haja paz. Mas muitos têm medo de se envolver com o coração ruidoso. Preferem evitá-lo, precipitando-se de um lugar para o outro. Mas o teu coração continua a gritar. Ele não se deixa evitar. Precisa de atenção. Quer ser acalmado.» (Anselm Grün, em "O Pequeno livro da verdadeira felicidade")
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quarta-feira, 4 de julho de 2007
A Paz sem vencedor e sem vencidos
A paz sem vencedor e sem vencidos
Dai-nos Senhor a paz que vos pedimos
A paz sem vencedor e sem vencidos
Que o tempo que nos deste seja um novo
Recomeço de esperança e de justiça.
Dai-nos Senhor a paz que vos pedimos
A paz sem vencedor e sem vencidos
Erguei o nosso ser à transparência
Para podermos ler melhor a vida
Para entendermos vosso mandamento
Para que venha a nós o vosso reino
Dai-nos
A paz sem vencedor e sem vencidos
Fazei Senhor que a paz seja de todos
Dai-nos a paz que nasce da verdade
Dai-nos a paz que nasce da justiça
Dai-nos a paz chamada liberdade
Dai-nos Senhor paz que vos pedimos
A paz sem vencedor e sem vencidos
Dai-nos Senhor a paz que vos pedimos
A paz sem vencedor e sem vencidos
Que o tempo que nos deste seja um novo
Recomeço de esperança e de justiça.
Dai-nos Senhor a paz que vos pedimos
A paz sem vencedor e sem vencidos
Erguei o nosso ser à transparência
Para podermos ler melhor a vida
Para entendermos vosso mandamento
Para que venha a nós o vosso reino
Dai-nos
A paz sem vencedor e sem vencidos
Fazei Senhor que a paz seja de todos
Dai-nos a paz que nasce da verdade
Dai-nos a paz que nasce da justiça
Dai-nos a paz chamada liberdade
Dai-nos Senhor paz que vos pedimos
A paz sem vencedor e sem vencidos
Sophia de Mello Breyner Andresen
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