
" Porque melhor é a sabedoria do que os rubis; e, de tudo o que se deseja, nada se pode comparar com ela." - Provérbios 8.11
domingo, 13 de abril de 2008
Surpreendidos pela Alegria

quinta-feira, 10 de abril de 2008
O Olhar de Amor

Ser bom com Deus: que frase maravilhosa! Não somos bons com Deus se O tratamos como alguém que Ele não é; não somos bons com Deus se O tratamos pura e simplesmente como um juiz.» - François Varillon, em "Viver o Evangelho"
Deus é: "Um olhar de amor que me faz existir e me faz crescer no amor." (clicar)
terça-feira, 8 de abril de 2008
O Beijo de Amor

domingo, 6 de abril de 2008
Há amores assim
quinta-feira, 3 de abril de 2008
O Amor de Deus

quarta-feira, 2 de abril de 2008
Coração Puro
domingo, 30 de março de 2008
O Poder de Dar

sexta-feira, 28 de março de 2008
Quando chegamos ao fundo...

quarta-feira, 26 de março de 2008
Amar é viver
terça-feira, 25 de março de 2008
A Vida é...
O mistério insondável de Deus é que Ele é um Enamorado que quer ser amado. Aquele que nos criou está à espera da nossa resposta ao amor que nos deu o ser. "
sexta-feira, 21 de março de 2008
Naquele dia, Naquele monte

Ele olhou ao redor da montanha e previu uma cena.
quinta-feira, 20 de março de 2008
Ser verdadeiramente

terça-feira, 18 de março de 2008
1 ANO DE EXISTÊNCIA

domingo, 16 de março de 2008
Felicidade Peregrina

sexta-feira, 14 de março de 2008
Alegria de dar
É triste constatar como, num mundo altamente competitivo e ávido de sucesso, perdemos o contacto com a alegria de dar. Com frequência vivemos até como se a nossa felicidade dependesse de ter. Mas o que acontece é que eu não conheço ninguém que seja realmente feliz pelo que tem. A alegria autêntica, a felicidade e a paz interior, provêm da capacidade de nos doarmos aos outros. Uma vida feliz é uma vida pelos outros. (...)»
quinta-feira, 13 de março de 2008
Só dê ouvidos a quem te ama
«Só dê ouvidos a quem te ama. Outras opiniões, se não fundamentadas no amor, podem representar perigo. Tem gente que vive dando palpite na vida dos outros. O faz porque não é capaz de viver bem a sua própria vida. É especialista em receitas mágicas de felicidade, de realização, mas quando precisa fazer a receita dar certo na sua própria história, fracassa.Tem gente que gosta de fazer a vida alheia a pauta principal de seus assuntos. Tem solução para todos os problemas da humanidade, menos para os seus. Dá conselhos, propõe soluções, articula, multiplica, subtrai, faz de tudo para que o outro faça o que ele quer.
Só dê ouvidos a quem te ama, repito. Cuidado com as acusações de quem não te conhece. Não coloque sua atenção em frases que te acusam injustamente. Há muitos que vão feridos pela vida porque não souberam esquecer os insultos maldosos. Prenderam a atenção nas palavras agressivas e acreditaram no conteúdo mentiroso delas. Há muitos que carregam o fardo permanente da irrealização porque não se tornaram capazes de esquecer a palavra maldita, o insulto agressor.
Por isso repito: só dê ouvidos a quem te ama. Não se ocupe demais com as opiniões de pessoas estranhas. Só a cumplicidade e conhecimento mútuo pode autorizar alguém a dizer alguma coisa a respeito do outro.
Ando pensando no poder das palavras. Há palavras que bendizem, outras que maldizem. Descubro cada vez mais que Jesus era especialista em palavras benditas. Quero ser também. Além de bendizer com a palavra, Ele também era capaz de fazer esquecer a palavra que amaldiçoou. Evangelizar consiste em fazer o outro esquecer o que nele não presta, e que a palavra maldita insiste em lembrar. Quero viver para fazer esquecer... Queira também. Nem sempre eu consigo, mas eu não desisto. Não desista também. Há mais beleza em construir que destruir.
Repito: só dê ouvidos a quem te ama. Tudo mais é palavra perdida, sem alvo e sem motivo santo. Só mais uma coisa. Não te preocupes tanto com o que acham de ti. Quem geralmente acha não achou nem sabe ver a beleza dos avessos que nem sempre tu revelas. O que te salva não é o que os outros andam achando... mas é o que Deus sabe a teu respeito.»
terça-feira, 11 de março de 2008
O frio que vem de dentro
Chegou a hora de cada um colocar a sua lenha na fogueira. Era a única maneira de poderem sobreviver.
O primeiro homem era um racista. Ele olhou demoradamente para os outros cinco e descobriu que um deles tinha a pele escura. Então ele raciocinou consigo mesmo: - "Aquele negro! Jamais darei a minha lenha para aquecer um negro". E guardou-a, protegendo-a dos olhares dos demais.
O segundo homem era um rico avarento. Ele estava ali porque esperava receber os juros de uma dívida. Olhou ao redor e viu no círculo em torno do fogo bruxuleante, um homem da montanha, que trazia a sua pobreza no aspecto do semblante e nas roupas velhas e remendadas. Ele fez as contas ao valor da sua lenha e enquanto mentalmente sonhava com o seu lucro, pensou: - "Eu? Dar a minha lenha para aquecer um preguiçoso?" E reservou-a.
O terceiro homem era um negro. Os seus olhos faiscavam de ira e ressentimento. Não havia qualquer sinal de perdão ou mesmo aquela superioridade moral que o sofrimento ensina. Seu pensamento era muito prático: - "É bem provável que eu precise desta lenha para me defender. Além disso, eu jamais daria a minha lenha para salvar aqueles que me oprimem". E guardou a sua lenha com cuidado.
O quarto homem era um pobre da montanha. Ele conhecia mais do que os outros os caminhos, os perigos e os segredos da neve. Ele pensou: - "Esta nevasca pode durar vários dias. Vou guardar a minha lenha."
O quinto homem parecia alheio a tudo. Era um sonhador. Olhando fixamente para as brasas. Nem lhe passou pela cabeça oferecer da lenha que carregava. Ele estava preocupado demais com as suas próprias visões (ou alucinações?) para pensar em ser útil.
O último homem trazia, nos vincos da testa e nas palmas calosas das mãos, os sinais de uma vida de trabalho. Seu raciocínio era curto e rápido. - "Esta lenha é minha. Custou o meu trabalho. Não darei a ninguém nem o menor dos meus gravetos".
Com estes pensamentos, os seis homens permaneceram imóveis. A última brasa da fogueira cobriu-se de cinzas e finalmente apagou-se. Ao alvorecer do dia, quando os homens do Socorro chegara à caverna, encontraram seis cadáveres congelados, cada qual segurando um feixe de lenha. Olhando para aquele triste quadro, o chefe da equipe de Socorro disse: - "O frio que os matou não foi o de fora, mas o frio que veio de dentro".
Autor desconhecido
domingo, 9 de março de 2008
Deus Procura-te


sexta-feira, 7 de março de 2008
Ser feliz

quinta-feira, 6 de março de 2008
Blog do Emanuel
Visita-o assim que puderes. Ele gosta muito de fazer amigos e está sempre disponível para ajudar todos aqueles que o procuram e aprendem a amá-lo.
Agora, deixo que o Emanuel se apresente pessoalmente. Só Deus sabe se não poderá ser o início de uma bela e eterna amizade!
Splaaashh!...

Afinal, o que é isso da Ressurreição?

"Então, (i)Reverência?!"

terça-feira, 4 de março de 2008
O coração humano
Alguns disseram: “ no cume da montanha mais alta da terra! ”. Outros, pelo contrário, achavam que era no fundo do mar. Aí, certamente, ninguém O encontraria. Outros responderam: “ O melhor lugar é na lua! Lá é impossível alguém descobrir o Senhor. ”
Então Deus perguntou ao seu conselheiro mais inteligente: “ Onde achas melhor eu esconder-me? ” E ele, sorridente, respondeu: “ Senhor, esconda-se no coração do ser humano. Esse é o único lugar onde ele nunca vai! ”
(Autor desconhecido)
domingo, 2 de março de 2008
Depende de nós
- Bom-dia! Como são os habitantes desta terra?
O homem respondeu: - Antes de responder, gostava de saber como são as pessoas da terra, de onde vem.
- As pessoas onde eu morava eram más, pessimistas, desumanas, antipáticas. Gente pior não existe - respondeu o jovem.
- Pois bem, o meu amigo vai encontrar aqui a mesma espécie de gente- respondeu, por sua vez, o idoso.
Passados alguns dias, chegou um outro forasteiro àquela terra. Procurou também informações acerca das pessoas daquele lugar. Dirigiu-se ao mesmo velhinho e fez-lhe a mesma pergunta:
- Que tal os habitantes desta terra?
O velho sábio replicou: - Primeiro conte-me alguma coisa da terra de onde vem.
- É gente maravilhosa, hospitaleira, simpática. Parece uma boa família.
- Pois bem, meu jovem, é esse o mesmo tipo de gente que irá encontrar aqui - respondeu com sabedoria o idoso.
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
Quem sabe

Fonte: Alice no País do Pensamento
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
O Amor Incondicional de Deus
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Quando amamos mostramos Deus

Deus est mortali iuvare mortalem: "Para o mortal, Deus é ajudar o mortal". Essa frase de Plínio, o Velho, recolhida também por Cícero, chega até nós, por conseguinte, do próprio mundo pagão. Por pouco que sobre ela se medite, percebe-se uma profundidade abismal. Remete, por um lado, à presença activa de Deus, que não é um "estar" apático ou inerte, mas é sempre "acontecimento" vivo, sobretudo onde tal presença é acolhida e prolongada na liberdade humana. E por outro lado, aponta para o lugar privilegiado desse acontecer, pois Deus nunca "acontece" tão profunda, intensa e puramente como quando um homem ou uma mulher acorre em ajuda de outro homem ou de outra mulher. Onde alguém ama, está tornando visível e operante a presença de Deus.
domingo, 24 de fevereiro de 2008
O fabuloso destino de Amélie e os Tindersticks
Sobre o filme alguém disse:" «O fabuloso destino de Amélie» não é, aos meus olhos, um filme. É um sonho. Um sonho maravilhoso que nos acompanha eternamente, depois de o termos, e que nunca mais queremos esquecer.
Jean Pierre-Jeunet pinta, neste quadro, das histórias mais brilhantes dos últimos anos, com um argumento apaixonante, original, envolvente, desdobrado em personagens que nos impelem, de tal forma, para que vejamos o mundo com os seus olhos, que se tornam parte de nós, nos consomem, recriam e fazem pensar incessantemente."
Hoje, decidi falar sobre este filme, porque há pouco tempo encontrei no "You Tube" um video (não oficial) de uma canção que considero fabulosa, maravilhosa. Curiosamente as imagens do video são deste filme que mencionei. Na minha opinião, a junção da música com as imagens está harmoniosa. Grande filme, grande canção!
Tindersticks - "Buried Bones"
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
Vida é aventura
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
O amor é mestre
O Stárets Zósima de Fiódor M. Dostoiévski em "Os irmãos Karamázov" - Ediouro, ps 320-321
Fonte: Ricardo Gondim
domingo, 17 de fevereiro de 2008
"Canção triste" que enche a alma
A música captou de imediato a minha atenção pela diferença, intensidade e as emoções que desperta.
Estive para postar o video oficial, mas descobri outro que me tocou profundamente. Creio que as imagens se enquadram no espírito da canção. É um alerta sobre as espécies animais ameaçadas, em perigo de extinção. Oiçam e vejam com atenção:
Fredo Viola - "Sad Song"
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
Sabes que te amo?

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
Responsabilidade humana
domingo, 10 de fevereiro de 2008
A liberdade do verdadeiro amor

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
O que é a alegria?

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Quantos Mozart já se perderam?
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
O Inferno
"O inferno não são 'os outros'. O inferno é trabalhar tão duramente para obter o sucesso de forma a corroer nosso relacionamento com os outros; a enxergar os outros somente em função do que eles podem fazer por nós. Isto me faz pensar em Fausto, que vendeu a sua alma pelo poder ilimitado do mundo, e que se tornou imensamente solitário ao alcançá-lo. Para ele inferno é a solidão de ter tudo e saber que ainda não é o bastante. (Será que todos fazemos os nossos pactos com o demônio, recebendo o que pensamos que queremos e perdendo em troca parte de nossas almas?)". (Harold Kushner em Quando Tudo não é o Bastante).
domingo, 3 de fevereiro de 2008
Canções da minha vida IV
A canção é quase perfeita e o video uma verdadeira pérola.
Minhas senhoras e meus senhores, tenho a honra e o prazer de vos apresentar:
Morrissey and Siouxie - "Interlude"
Time is like a dream
And now, for a time, you are mine
Lets hold fast to the dream
That tastes and sparkles like wine
Who knows (who knows)If its real
Or just something were both dreaming of
What seems like an interlude now
Could be the beginning of love
Loving you
Is a world thats strange
So much more than my heart can hold
Loving you
Makes the whole world change
Loving you, I could not grow old
No, nobody knows
When love will end
So till then, sweet friend ...
Time is like a dream
And now, for a time, you are mine
Lets hold fast to the dream
That tastes and sparkles like wine
Who knows (who knows)If its real
Or just something were both dreaming of ?
What seems like an interlude now
Could be the beginning of love
What seems like an interlude now
Could be the beginning of love
What seems like an interlude now
Could be the beginning of love
sábado, 2 de fevereiro de 2008
Duma vez por todas
Duma vez por todas
foi dado este
breve preceito:
"Ama e faz o que quiseres".
Se calas,
cala por amor.
Se falas,
fala por amor.
Se corriges,
corrige por amor.
Se perdoas,
perdoa por amor.
Põe no fundo do coração
a raiz do amor.
Dessa raiz não pode
crescer senão o bem.
Stº Agostinho
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
A arte de não adoecer
Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças
como: gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna. Com o tempo a
repressão dos sentimentos pode degenerar até em cancro. Então vamos desabafar,
confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos segredos, nossos pecados. O
diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia.
Se não quiser adoecer - "Tome decisões"
A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A
indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é
feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder
vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de
doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.
Se não quiser adoecer - "Busque soluções"
Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas. Preferem a
lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o fósforo que
lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce
existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa
que se transforma em doença.
Se não quiser adoecer - "Não viva de aparências"
Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que
está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc., está acumulando toneladas
de peso... uma estátua de bronze, mas com pés de barro. Nada pior para a
saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com muito verniz e
pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.
Se não quiser adoecer - "Aceite-se"
A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos
algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os que
não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos,
destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é
sabedoria, bom senso e terapia.
Se não quiser adoecer - "Confie"
Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria
laços profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não há
relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em Deus.
Se não quiser adoecer - "Não viva sempre triste"
O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida
longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive. "O bom
humor nos salva das mãos do doutor". Alegria é saúde e terapia.
Dr. Dráuzio Varella
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
Amor é Vida
"Amar, ser verdadeiro, deve custar - deve ser árduo - deve esvaziar-nos do ego."
"O amor é a fruta da época de todas as estações e está ao alcance de cada mão. Qualquer um pode colhê-lo, sem limites estabelecidos."
"As palavras de Jesus: Amem uns aos outros como eu vos amei, não devem ser apenas uma luz para nós, mas uma chama que arda dentro de nós."
"Não podemos fazer grandes coisas na terra. Tudo o que podemos fazer são pequenas coisas com muito amor".
domingo, 27 de janeiro de 2008
David Fonseca & Rita Redshoes
Ontem, assisti a um espectáculo (na Guarda) simplesmente fantástico do cantor/compositor/intérprete português - David Fonseca. Uma actuação cheia de energia, sensibilidade, criatividade, arrojo... Um espectáculo com muitas e boas surpresas, com destaque para as inúmeras versões de canções conhecidas e desconhecidas, assim como os brilhantes apontamentos de humor protagonizados pelo próprio a solo, ou em interacção com o público.
Confesso que um dos momentos mais marcantes do espectáculo ocorreu na abertura, quando o David interpretou a primeira canção a meio metro do lugar onde me encontrava sentado. Instalaram um micro numa das passagens centrais (mais ou menos ao centro) do teatro onde se realizou o espectáculo, precisamente meio metro ao lado do lugar onde me sentara. Alguns instantes depois, surge o David com a sua guitarra para interpretar uma das canções do seu mais recente album - "Dreams in Colours".
Mas esse foi apenas um dos momentos especiais do espectáculo, que na 1ª parte foi encantadoramente conduzido pela talentosa e sonhadora - Rita Redshoes, que também integra o grupo de músicos que acompanha o David nos espectáculos.
Há muito que ando encantado e apaixonado por uma canção dela - "Dream on Girl". O video é simples, mas belo e bem conseguido. Para quem ainda não conhece esta pérola musical, oiçam e vejam agora:
Para os(as) leitores(as) que não conhecem a obra do David Fonseca, façam o favor de ouvir e ver(grandes videos) com atenção:
- Superstars II
- Hold Still
- Someone That Cannot Love
- Who Are You?
- Kisse me, oh kisse me (para esta ainda não há video)
Como disse anteriormente, um dos momentos mais marcantes do espectáculo (para mim), foram as várias covers (versões) que o David interpretou. Ele deu-me a conhecer uma canção maravilhosa de um artista cuja obra conheço pouco. Para ouvir com o coração:
Ryan Adams - "How do you keep love alive"
Lord, i miss that girl
On the day we met the sun was shining down
Down on the valley
Riddled with horses running
Crushing them with flowers
I would have picked for her
On the day she was born
She runs through my veins like a long black river
And rattles my cage like a thunderstorm
Oh my soul
What does it mean?
What does it mean?
What does it mean to be so sad?
When someone you love
Someone you love is supposed to make you happy
What do you do
How do you keep love alive?
When it won't
What, what are the words
They use when they know it's over
"We need to talk," or
"I'm confused, maybe later you can come over
"I would've held your mother's hand
On the day you was born
She runs through my veins
Like a long black river and rattles my cage
Like a thunderstorm
Oh, my soul
What does it mean?
What does it mean?
What does it mean to be so sad?
When someone you love
Someone you love is supposed to make you happy
What do you do
How do you keep love alive?
When it won't
How do you keep love alive?
Infelizmente, não foi possível (não era permitido), captar som e imagem do espectáculo. Mas, encontrei um video em que o David interpretou ao vivo a sua versão deste tema fantástico!
O som e imagem não são de grande qualidade, mas vale a pena!
David Fonseca - "How do you keep love alive"
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Nós só sabemos realmente algo quando somos capazes de o ensinar.
Nós só conhecemos o Amor quando somos capazes de o trasmitir.
Nós só conhecemos a Felicidade quando conseguimos levá-la aos outros.
Só seremos ricos quando acrescentarmos valor à vida dos outros.
Isto não que dizer que tenhamos que dar tudo o que temos, mas, acima de tudo, é a habilidade e disposição para dar que nos traz tudo isto. Conseguem imaginar algo mais miserável que ter tudo no mundo e não ter com quem dividir? O que quer que a gente esteja a esconder do mundo - as nossas habilidades, os nossos pensamentos, a nossa paixão, o nosso conhecimento, o nosso entusiasmo, a nossa coragem - estamos a esconder de nós mesmos. As riquezas que possumimos, quer sejam materiais, intelectuais ou espirituais, não têm valor nenhum se não as soubermos partilhar.
Fonte: Pérolas de Sabedoria
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
Medo vs Fé
A fé, em Deus.
O medo paralisa.
A fé, avança.
O medo cega.
A fé faz-nos ver para além dos nossos olhos.
O medo traz terror.
A fé, confiança.
O medo traz perdição.
A fé, salva.
No entanto, a fé terá de ser revestida do maior de todos os dons: Amor.
Porque fé sem amor, conduz ao fanatismo.
Onde há amor não há medo. Na verdade, o perfeito amor elimina toda a espécie de receio, porque o medo traz consigo a ideia de culpa, e mostra que não estamos absolutamente convencidos de que ele nos ama perfeitamente. - 1 João 4:18
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
Amor e Liberdade
Juan Luis Segundo afirmou:"... significa também que a pessoa amada, permanece livre para mudar, para rejeitar-me e infringir-me, assim, a maior dor que posso experimentar. De facto, amar é oferecer-se desprotegido (segundo frase de Freud) à dor".
Que quer, então, verdadeiramente, a pessoa que acredita poder exigir de Deus uma criação onde o amor seja infalivelmente feliz? Pretende um amor sem dom de si, isto é, um não amor, um egoísmo onde a pessoa a quem digo amar se converte em instrumento determinado e cego, sem capacidade de expressar livremente seu ser.
O amor infalível não é amor. A dor é a outra face do dom de si mesmo, sem reservas, gratuito, como é todo o amor verdadeiro".
Assim, o Deus que não se vulnerabilizou à possibilidade de ser rejeitado, não ama. E o Deus incapaz de amar não é o Deus bíblico.
domingo, 20 de janeiro de 2008
um rapaz novo, talvez nem vinte anos, sentado com o coração na boca, no Jardim das Amoreiras, à sombra de uma árvore.

A mão, imperativa:
- Hoje não escreves nada.
mas isto não me sai da cabeça. Um rapaz novo, talvez nem vinte anos, sentado com o coração na boca, no Jardim das Amoreiras, à sombra de uma árvore.
- Desiste, não vais ser capaz.
As mãos apoiadas sobre os joelhos. A cabeça, inquisidora, move-se em todas as direcções como os radares dos aeroportos. Bem vestido, fato de corte italiano e camisa de linho egípcio. Sozinho. A cabeça procura. Controla as horas de minuto a minuto. Passam por ele três raparigas lindas. Divinais. Quatro idosos a bater cartas, param. As bocas abertas. O braço de um deles, levantado já acima da cabeça, preparado para mostrar aos comparsas e ao mundo o vigor indisfarçável do ás de copas, permanece inerte, lá em cima, acompanhando a boca aberta no pasmo perante tanta beleza, mas o radar continua as suas voltas. Permanece indiferente. Os olhos berram amor, mas ela demora a chegar. Decido ficar por ali uns instantes, com a curiosidade a roer-me todo por dentro.
- Como será ela?
Sento-me dois bancos ao lado dele. Abro o Público, para disfarçar, e vou deitando o olho cá para fora, por cima do jornal. Passam alguns minutos e o rapaz começa a mostrar sinais de algum desânimo. Talvez ela já não venha e o sol se esconda por trás de uma dessas andorinhas que teimam em permanecer por cá. Os olhos dele cobrem-se de um véu leve, translúcido, e as íris ameaçam afundar-se cara abaixo. Invade-me um sentimento de pena. A crueldade das mulheres bonitas, cujos sorrisos são armas de destruição massiva, pode ser incomensurável. Estendem os lábios e conquistam, à custa de napalm de dentes brancos e pocinhas no rosto, os territórios desprevenidos que habitam os peitos de rapazes como este.
Gostava de te poder ajudar, nesse combate em que és o teu pior inimigo. À custa de quereres reprimir isso que te vai aí dentro, aumenta-lo. Cresceu dentro de ti uma espécie de dependência dela e não percebes porque é que ela se tornou o teu epicentro. Viciaste-te na felicidade de alguém que não compreendes. Conspiraram contra ti poetas renascentistas e pintores impressionistas e sentes o mundo preso nas pestanas dela. Sentes que quando ela fecha os olhos tudo cessa de existir. Mas a verdade é que não posso. Nem sei se seria bem ajudar-te. Isso que tu sentes é o que te salva. Se lho dissesses ela não perceberia o porquê. Dir-te-ia:
- Sou uma mulher como as outras. Além disso, tenho alguém e, a ti, mal te conheço.
Objectarias que te parece que a conheces desde sempre. Que, quando sorri, transporta um sorriso triste a três quartos dos lábios. Que não é uma mulher como as outras e pagarias para a ouvir respirar, à noite, segundos antes dela adormecer. Mas ela não percebe que isto roda só para ela e que os deuses projectaram o universo para que ela o pudesse pisar.
De súbito, uma apatia apodera-se do jardim e ouve-se apenas, ao longe, o canto afinado de um rouxinol. Os jogadores de cartas deixaram de comentar jogadas pretéritas e encontram-se como que rendidos a algo maior do que eles. O vento levanta-se, soprando de sudoeste um hálito leve mas constante e parece que me encontro dentro de um filme, momentos antes de se atingir o clímax da acção.E, de repente, percebo a cabeça que indaga. Eis que ela chega. Cabelos negros, longos, parecem cascatas de chocolate sobre a pele cor de mel. Ao andar, dança. Ao sorrir, voa. Ao ajeitar o cabelo, atirando-o sobre o ombro esquerdo, enche o jardim de vida e desabrocham as flores nos canteiros. Nos enormes olhos castanhos traz o fado que nos espera. O rapaz chora. Rendeu-se. Nunca lhe conseguirá dizer o que sente por ela. Aquela mulher mostrou-lhe a felicidade para lhe dizer que nunca a terá.
Resta-lhe saber que haverá, daqui a alguns anos, à sua espera, um banco de jardim, um jornal e um rapaz novo, talvez nem vinte anos, sentado com o coração na boca, no Jardim das Amoreiras, à sombra de uma árvore.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
A Amizade é...

1. Laço que une mas não aprisiona.
2. Pedra que levanta mas não esmaga.
3. Mão que acompanha mas não força.
4. Estrela que guia mas não cega.
5. Olhar que perscruta mas não julga.
6. Irmão que corrige mas não humilha.
7. Oásis que restaura mas não retém.
8. Árvore que abraça mas não aperta.
9. Manto que cobre mas não sufoca.
10. Coração que ama mas não exige.
11. Torrente que mata a sede mas não afoga.
12. Cadeia que une mas não aperta.
13. Lima que aguça mas não arranha.
14. Ternura que protege mas não oprime.
15. Brisa que acalma mas não aborrece.
16. Palavra que previne mas não aborrece.
17. Música que harmoniza mas não esconde.
18. Vinho que envelhece mas não azeda.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
Colaboradores de Deus
mas tu podes valorizar o que Ele criou.
Só Deus pode dar a vida,
mas tu podes transmiti-la e respeitá-la.
Só Deus pode dar a fé,
mas tu podes dar o testemunho.
Só Deus pode dar o amor,
mas tu podes ensinar a amar.
Só Deus é o caminho,
mas tu podes indicá-lo aos outros.
Só Deus pode dar a alegria,
mas tu podes sorrir a todos.
Só Deus pode dar saúde
mas tu podes guiar e orientar.
Só Deus pode infundir a esperança,
mas tu podes restituir a confiança.
Só Deus pode dar a paz,
mas tu podes semear a união.
Só Deus pode dar a força
mas tu podes apoiar quem desanimou
Só Deus é a luz,
mas tu podes restituir aos outros a vontade de viver.
Só Deus pode fazer milagres,
mas tu podes ser aquele que trouxe cinco pães e dois peixes.
Só Deus pode fazer o impossível,
mas tu podes fazer o possível.
Só Deus basta a si mesmo,
mas Ele preferiu contar com a tua pessoa.
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
O Amor e os monstros
- O que foi, filha?
- Estou com medo…
- Medo de quê?
- De monstros!
- Monstros?
- É… Eles estão aqui!
- Filhinha… Deixa eu te dizer uma coisa: onde existe amor não há lugar para monstros. Os monstros têm medo do amor. O amor é maior que os monstros. O amor é maior que tudo. E você é muito amada, minha flor.
- Quer dizer que onde não tem amor os monstros vêm?
- É, querida, você disse uma grande verdade… Onde não há amor nossos monstros, nossas feras, nossos demônios aparecem, entram e fazem moradas.
A essa altura do meu discurso metafísico sobre as implicações do conflito apocalíptico entre os monstros que habitam a imaginação fértil de minha filha recém-adotada e o amor, meus olhos, encarando-a com toda a ternura do mundo se encheram de lágrimas, enquanto os seus, verdes e claros como o mar de Natal, sorriram pra mim, ante a constatação de que o amor estava presente ali entre nós, que os monstros haviam se dissipado todos como fumaça, e que era hora de dormir na mais profunda paz de criança.Nosso breve tratado filosófico-teológico se encerrou num abraço apertado (de ambos), molhado (por minhas lágrimas) e cheio desse mesmo amor de que falamos.
…estou convencido de que nem morte nem vida, nem anjos nem demónios, nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes, nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do AMOR…
Carta de São Paulo aos Romanos, capítulo XVIII
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
Imaturidade e narcisismo do amor
"Os psicólogos usam palavras bem ásperas para a imaturidade e o narcisismo do amor na nossa sociedade mercadológica, na qual ele é reduzido a uma necessidade puramente egoísta que exige satisfação imediata ou manipula os outros de maneira mais ou menos inteligente a fim de obter o que deseja. Mas a pura verdade é esta: o amor não é uma questão de se obter o que se deseja. Muito pelo contrário. A insistência em sempre ter o que se deseja, em sempre obter satisfação, em sempre ser saciado, torna o amor impossível. Para amar, você precisa sair do berço, onde tudo é ‘obter’, e crescer para a maturidade da doação, sem se preocupar em obter alguma coisa especial em troca. O amor não é uma transação, é um sacrifício. Não é marketing, é uma forma de culto.
Na realidade, o amor é uma força positiva, um poder espiritual transcendente. É, de facto, o poder criativo mais profundo na natureza humana. Enraizado nas riquezas biológicas da nossa herança, o amor floresce espiritualmente como liberdade e como resposta da criatura à vida num encontro perfeito com uma outra pessoa. É uma apreciação viva da vida como valor e como dom. Responde à fecundidade, à variedade e à total riqueza da própria experiência viva; ele ‘conhece’ o mistério interior da vida. Deleita-se com a vida como uma fortuna inesgotável. O amor aprecia essa fortuna de uma maneira impossível ao conhecimento. O amor tem a sua própria sabedoria, sua própria ciência, sua própria maneira de explorar as profundezas interiores da vida no mistério da pessoa amada. O amor sabe, compreende e satisfaz as exigências da vida, na medida em que responde com calor, abandono e entrega.
O amor é o nosso verdadeiro destino. Não encontramos o sentido da vida sozinhos — nós o encontramos com um outro. Não descobrimos o segredo de nossas vidas apenas pelo estudo e pelo cálculo em nossas meditações isoladas. O sentido de nossa vida é um segredo que nos tem de ser revelado no amor, por aquele que amamos.”
Thomas Merton, em "Amor e Vida"
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
O cego e o publicitário

terça-feira, 8 de janeiro de 2008
O Amor Maduro

domingo, 6 de janeiro de 2008
Amar é ser vulnerável...

sábado, 5 de janeiro de 2008
Projecto de Vida

David Aguilar - Tens a Eternidade Estampada no Rosto
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Não te trocava por nada deste mundo...
Faz um frio insuportável a esta hora da vida. A alma, se existisse, seria perceptível nos negativos das fotografias ou, vá lá, nas chapas das radiografias. Já me estou a ver, depois de um desgosto amoroso, a apertar a camisa e o técnico de imagiologia, expedito:
- O meu amigo fracturou a alma.
Fractura exposta, não de tíbia que rasga a pele mas de lágrimas que rasgam os olhos. (Outra ideia gira. As lágrimas são a alma em estado líquido.Presumo que o seu estado normal seja o gasoso...)
- Olhe, desculpe, era só para dizer que não acredito em nada disto.
Faz um frio do caneco a esta hora da vida e não, não foi engano. Faz mesmo um frio de rachar a esta hora da vida. Acende-se o lume da esperança nos olhos de uma mulher e estendem-se as mãos para a fogueira, sentindo um calor de íris por entre os dedos. Às vezes ocorre-me ficar sem palavras mas, falando a sério, experimento uma resistência enorme ao tentar compreender isto tudo. Nunca ninguém deu entrada nas urgências do Santa Maria:
- Cortei-me na alma. De quantos pontos acha o Senhor Doutor que eu preciso?
e ainda passo horas ao espelho à espera de encontrar um qualquer sinal exterior dessa entidade metafísica.
