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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

A VERDADEIRA ALEGRIA


"Cultivar a alegria não é tapar os olhos para não ver as coisas feias e os dissabores do mundo, não é cobrir a realidade com um véu cor-de-rosa para criar uma felicidade ilusória; pelo contrário, viver na alegria é viver na consciência extrema, testemunhando, na escuridão do mundo, que o nosso ser pertence a algo de diferente.

A alegria não é uma linguagem de palavras, é uma linguagem de olhares, a alegria não convence, contagia.
A alegria é poderosamente subversiva, porque é subversivo o amor sem distinções que ela transmite."

Susanna Tamaro, em «Querida Mathilda»

segunda-feira, 7 de junho de 2010

A VERDADEIRA ALEGRIA

«Cultivar a alegria não é tapar os olhos para não ver as coisas feias e os dissabores do mundo, não é cobrir a realidade com um véu cor-de-rosa para criar uma felicidade ilusória; pelo contrário, viver na alegria é viver na consciência extrema, testemunhando, na escuridão do mundo, que o nosso ser pertence a algo de diferente.

A alegria não é uma linguagem de palavras, é uma linguagem de olhares, a alegria não convence, contagia. A alegria é poderosamente subversiva, porque é subversivo o amor sem distinções que ela transmite.» -

Susanna Tamaro, Querida Mathilda

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

ALEGRIA


«Uma coisa sabemos: se a nossa alegria se funda no exterior, virá e partirá segundo os acontecimentos e as marés. Quando o exterior nos rasgar o vestido da alegria, lancemos os olhos para dentro, para o mais secreto paraíso que nos habita.» Henrique Manuel

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

A SURPRESA DA ALEGRIA


A alegria e a surpresa andam de mãos dadas.
Isso revela-se sempre que conseguimos reagir com criatividade
às coisas inesperadas que fazem mudar
os nossos planos e, mesmo assim,
sentimos que tudo continua bem.

Por vezes, a alegria surpreende-nos.
Apanha-nos totalmente desprevenidos.
O importante é deixarmos que ela tome
conta de nós e continuarmos receptivos
à supresa divina.

Anselm Grün, em "Em cada dia... um caminho para a felicidade"

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Como as criancinhas


"Ás vezes, em sonho triste
nos meus desejos existe
longinquamente um país
onde ser feliz consiste
apenas em ser feliz. " - Fernando Pessoa

«As crianças a brincar juntas mostram-nos a alegria de estarem juntas, assim..., nem mais nem menos. Um dia, quando eu estava muito ocupado a entrevistar uma artista que admirava bastante, a sua filhinha de cinco anos disse-me: «Fiz um bolo de aniversário com areia. Agora tem de vir e fingir que o está a comer e que gosta dele. Vai ser divertido!» A mãe sorriu e disse-me: «É melhor você brincar com ela antes de falar comigo. Talvez ela tenha mais a ensinar-lhe do que eu.»

A alegria simples e directa duma criança recorda-nos que Deus se manifesta nos lugares onde há sorrisos e até risadas. Os sorrisos e as risadas abrem as portas do reino. Eis por que Jesus faz um apelo a que nós sejamos como crianças.» - Henri Nouwen, em "Aqui e Agora"

domingo, 13 de abril de 2008

Surpreendidos pela Alegria


«Nós somos surpreendidos pela alegria ou pela tristeza?

O grande desafio da fé é sermos surpreendidos pela alegria. Recordo-me duma vez em que estava sentado à mesa de jantar com alguns amigos a discutir sobre a depressão económica do país. Continuávamos a amontoar estatísticas que nos convenciam cada vez mais de que as coisas não podiam senão piorar. Então, de repente, o filho de quatro anos dum dos meus amigos abriu a porta, correu para o pai e disse-lhe: «Olha, pai! Olha! Encontrei um gatinho no jardim... Olha!... Não é giro?» E, enquanto mostrava o gatinho ao pai, o menino acariciava-o com as mãos e apertava-o contra a face. Tudo mudou de repente. O miúdo e o gatinho tornaram-se o centro das atenções. Houve sorrisos, carícias e muitas palavras de ternura. Enfim, fomos surpreendidos pela alegria!

Deus fez-Se um menino no meio dum mundo violento. Seremos nós surpreendidos pela alegria ou contiuamos a dizer: «Sim, é bonito e terno, mas a realidade é diferente?» E que tal se a criança nos revelasse aquilo que, efectivamente, é a realidade?» - Henri Nouwen, em "Aqui e Agora"

sexta-feira, 14 de março de 2008

Alegria de dar

«A nossa humanidade atinge a sua expressão mais alta no acto de dar.(...)

É triste constatar como, num mundo altamente competitivo e ávido de sucesso, perdemos o contacto com a alegria de dar. Com frequência vivemos até como se a nossa felicidade dependesse de ter. Mas o que acontece é que eu não conheço ninguém que seja realmente feliz pelo que tem. A alegria autêntica, a felicidade e a paz interior, provêm da capacidade de nos doarmos aos outros. Uma vida feliz é uma vida pelos outros. (...)»

Henri Nouwen, em "Viver é Ser Amado"


Convido-vos a ler (com atenção) e a reflectir (com profundidade) na seguinte parábola: Mar da Galileia/ Mar Morto (clicar)

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

O que é a alegria?



«O que é a alegria? Um 'sim' espontâneo à vida que brota de dentro de nós, às vezes quando menos esperamos. Um 'sim' ao que somos, ou melhor, ao que sentimos ser. Quem tem alegria já recebeu o prémio máximo e não carece de nada; quem não tem alegria - por mais sábio, bonito, sadio, rico, poderoso, santo, etc., que seja - é um miserável que carece do mais importante. Pois bem, ouça: O prazer é magnífico e desejável quando sabemos colocá-lo a serviço da alegria, mas não quando a turva ou a compromete. O limite negativo do prazer não é a dor, nem mesmo a morte, mas a alegria: quando começamos a perdê-la por um determinado deleite, com certeza estamos desfrutando o que não nos convém». (Fernando Savater em "Ética para meu Filho" - Editora Martins Fontes).

quarta-feira, 18 de abril de 2007

A verdadeira alegria


"Cultivar a alegria não é tapar os olhos para não ver as coisas feias e os dissabores do mundo, não é cobrir a realidade com um véu cor-de-rosa para criar uma felicidade ilusória; pelo contrário, viver na alegria é viver na consciência extrema, testemunhando, na escuridão do mundo, que o nosso ser pertence a algo de diferente. A alegria não é uma linguagem de palavras, é uma linguagem de olhares, a alegria não convence, contagia. A alegria é poderosamente subversiva, porque é subversivo o amor sem distinções que ela transmite." - Susanna Tamaro, Querida Mathilda