«O cristão não é alguém que "tem" a verdade, alguém mais inteligente, mais amante do que os outros. O cristão não é melhor do que um outro homem, mas tem alguém em sua vida. Tem o Cristo, aquele que sopra no sopro de cada um dos seus dias.
Mas, mesmo que o receba como um beijo, como uma presença, não é por isso que o cristão é melhor... Ele poderá ser melhor somente porque alguém de melhor marcha com ele, está nele!»
(Jean-Yves Leloup, em "Amar... apesar de tudo")
" Porque melhor é a sabedoria do que os rubis; e, de tudo o que se deseja, nada se pode comparar com ela." - Provérbios 8.11
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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
A FELICIDADE VEM POR ACRÉSCIMO
«Um trecho do Evangelho diz:
"Procurai em primeiro lugar, o Reino e o resto vos será dado por acréscimo."
A felicidade é justamente o que nos é dado por acréscimo! Razão pela qual se a procurarmos em primeiro lugar, nunca chegaremos a encontrá-la...
A etimologia da palavra felicidade é muito significativa. Como já indiquei com precisão, é a "boa hora"; trata-se de estarmos na hora certa, de estarmos presentes onde estamos!
A infelicidade é justamente não estarmos presentes... onde estamos!
Há duas maneiras de viver o tempo: o presente e o ausente.(...)
A felicidade é reencontrarmos em nós a capacidade para amar, porque tudo o que fazemos sem amor é tempo perdido, é feito em má hora, é uma infelicidade... Enquanto tudo o que fazemos com amor é a eternidade reencontrada, a boa hora reencontrada; desse modo, a felicidade nos é dada por acréscimo.»
Jean-Yves Leloup, em "Amar... apesar de tudo"
"Procurai em primeiro lugar, o Reino e o resto vos será dado por acréscimo."
A felicidade é justamente o que nos é dado por acréscimo! Razão pela qual se a procurarmos em primeiro lugar, nunca chegaremos a encontrá-la...
A etimologia da palavra felicidade é muito significativa. Como já indiquei com precisão, é a "boa hora"; trata-se de estarmos na hora certa, de estarmos presentes onde estamos!
A infelicidade é justamente não estarmos presentes... onde estamos!
Há duas maneiras de viver o tempo: o presente e o ausente.(...)
A felicidade é reencontrarmos em nós a capacidade para amar, porque tudo o que fazemos sem amor é tempo perdido, é feito em má hora, é uma infelicidade... Enquanto tudo o que fazemos com amor é a eternidade reencontrada, a boa hora reencontrada; desse modo, a felicidade nos é dada por acréscimo.»
Jean-Yves Leloup, em "Amar... apesar de tudo"
quarta-feira, 4 de março de 2009
HUMILDADE
«A humildade é a própria condição para ser aquilo que se é: para ser humano. Essa é a verdade da nossa humanidade. (...)
De facto, o que temos de aprender continuamente é a ser homens, ou seja, feitos de argila. Mas uma argila aberta ao céu! E isso com mansidão e humildade.
A primavera é o período em que floresce a humildade... em que o homem se torna verdejante. Mestre Eckart dizia: "O homem humilde se torna verdejante." Esse é o homem que está aberto ao que o Céu lhe oferece.
Ser humilde é aceitar-se como argila e, também, como luz. "Tu és pó e ao pó voltarás"; mas tu és luz e voltarás à Luz!
De facto, ser humilde é aceitar suas próprias qualidades e defeitos; ser humilde é aceitar aquilo que se é.»
(Jean-Yves Leloup, em "Amar... apesar de tudo")
De facto, o que temos de aprender continuamente é a ser homens, ou seja, feitos de argila. Mas uma argila aberta ao céu! E isso com mansidão e humildade.
A primavera é o período em que floresce a humildade... em que o homem se torna verdejante. Mestre Eckart dizia: "O homem humilde se torna verdejante." Esse é o homem que está aberto ao que o Céu lhe oferece.
Ser humilde é aceitar-se como argila e, também, como luz. "Tu és pó e ao pó voltarás"; mas tu és luz e voltarás à Luz!
De facto, ser humilde é aceitar suas próprias qualidades e defeitos; ser humilde é aceitar aquilo que se é.»
(Jean-Yves Leloup, em "Amar... apesar de tudo")
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
A FELICIDADE VEM POR ACRÉSCIMO
«Um trecho do Evangelho diz:
"Procurai em primeiro lugar, o Reino e o resto vos será dado por acréscimo."
A felicidade é justamente o que nos é dado por acréscimo! Razão pela qual se a procurarmos em primeiro lugar, nunca chegaremos a encontrá-la...
A etimologia da palavra felicidade é muito significativa. Como já indiquei com precisão, é a "boa hora"; trata-se de estarmos na hora certa, de estarmos presentes onde estamos!
A infelicidade é justamente não estarmos presentes... onde estamos!
Há duas maneiras de viver o tempo: o presente e o ausente.(...)
A felicidade é reencontrarmos em nós a capacidade para amar, porque tudo o que fazemos sem amor é tempo perdido, é feito em má hora, é uma infelicidade... Enquanto tudo o que fazemos com amor é a eternidade reencontrada, a boa hora reencontrada; desse modo, a felicidade nos é dada por acréscimo.»
(Jean-Yves Leloup, em "Amar... apesar de tudo")
"Procurai em primeiro lugar, o Reino e o resto vos será dado por acréscimo."
A felicidade é justamente o que nos é dado por acréscimo! Razão pela qual se a procurarmos em primeiro lugar, nunca chegaremos a encontrá-la...
A etimologia da palavra felicidade é muito significativa. Como já indiquei com precisão, é a "boa hora"; trata-se de estarmos na hora certa, de estarmos presentes onde estamos!
A infelicidade é justamente não estarmos presentes... onde estamos!
Há duas maneiras de viver o tempo: o presente e o ausente.(...)
A felicidade é reencontrarmos em nós a capacidade para amar, porque tudo o que fazemos sem amor é tempo perdido, é feito em má hora, é uma infelicidade... Enquanto tudo o que fazemos com amor é a eternidade reencontrada, a boa hora reencontrada; desse modo, a felicidade nos é dada por acréscimo.»
(Jean-Yves Leloup, em "Amar... apesar de tudo")
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
O JULGAMENTO FINAL

Não tenho medo do julgamento final, sei que seremos julgados por um olhar de criança...
Quando hoje me coloco diante desse terrível olhar inocente, não consigo ter ilusões sobre mim mesmo e, ao mesmo tempo, não posso mais desesperar. Quando somos olhados assim, não nos sentimos mais fora do alcance do amor, qualquer que seja a espessura de nossas máscaras.
(Jean-Yves Leloup, em "O absurdo e a graça")
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