terça-feira, 28 de outubro de 2014


«Dentro da tua noite fixa o brilho de uma estrela.»
José Tolentino Mendonça, in "Mística do Instante"

sábado, 25 de outubro de 2014



«Uma das perdas mais trágicas é a capacidade do espanto. Quando perdemos a abertura ao desconhecido, a capacidade de encantamento com o real, quando entramos numa espécie de indiferença que não está longe do cinismo...
O modelo da criança, da infância, é o contrário do cinismo, é a construção de uma inocência, de um olhar desarmado da realidade, que seja capaz de acolher o perfume que nos chega através da multiplicidade de portas que cada instante tem.»

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

DEIXA-TE ENCANTAR


«A infância é quando ainda não é demasiado tarde. 
É quando estamos disponíveis para surpreendermos, para nos deixarmos encantar.»
Mia Couto

domingo, 19 de outubro de 2014

NÃO DESISTIR



“Não importa o quanto às vezes seja difícil, o quanto às vezes eu me atrapalhe, o quanto às vezes eu seja a densa nuvem que esconde o meu próprio sol, quantas vezes seja preciso recomeçar: combinei comigo não desistir de mim.
Quanto mais o tempo passa, mais amorosamente, mais contente, mais compassiva, eu cumpro esse trato.”
Ana Jácomo

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

O AMOR É QUANDO A GENTE MORA UM NO OUTRO


«O amor é quando a gente mora um no outro» (Mário Quintana)
«Amar significa abrir-se, romper o círculo do isolamento, habitar esse milagre que é conseguirmos estar plenamente connosco e com o outro. O amor é o degelo.
Constrói-se como forma de hospitalidade (o poeta brasileiro Mário Quintana escreve que «o amor é quando a gente mora um no outro»), mas pede dos que o seguem uma desarmada exposição.
Os que amam são, de certa maneira, mais vulneráveis. Não podem fazer de conta. Se apetece cantar na rua, cantam. Se lhes der para correr e rir debaixo de uma chuvada, fazem-no. Se tiverem subitamente de dançar em plena rua, iniciam um lento rodopio, sem qualquer embaraço, escutando uma música aos outros inaudível.»
José Tolentino Mendonça, in "Mística do Instante"

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

AGRADECE


«Agradece a dança luminosa do mundo em teu redor.»
José Tolentino Mendonça, in "Mística do Instante"

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

PRÉMIO NOBEL DA PAZ


Merecidamente atribuído. Esta menina é um exemplo de coragem, determinação e altruísmo.
Malala Yousufzai tornou-se conhecida pela sua defesa do direito universal à educação em todo o mundo. Em 2013, a paquistanesa de 17 anos foi galardoada com o Prémio Sakharov, atribuído pelo Parlamento Europeu. Torna-se agora a mais jovem vencedora de um Prémio Nobel.
Em 2012, fez esta quinta-feira dois anos, a jovem foi alvo de um atentado por um grupo de taliban que controlava a região paquistanesa onde vivia. Malala sobreviveu e tornou-se uma das vozes mais ouvidas na área dos direitos das crianças à educação. Entre as muitas acções em que participou, sublinha-se o discurso da jovem na sede da ONU em Nova Iorque em que apelou à tolerância e compreensão entre os povos.
O dia 12 de Julho, data do seu aniversário, foi baptizado pela ONU como o “Dia de Malala”. Há um ano foi publicada a sua biografia, Eu Malala, da autoria da jornalista britânica Christina Lamb.

EU, MALALA



«O meu mundo mudou muito. Nas estantes da nossa sala de estar arrendada há prémios de todo o mundo - América Latina, Índia, França, Espanha, Itália, Áustria e muitos outros países. Fui até nomeada para o prémio Nobel da Paz (...)
Estou grata por eles, mas são prémios que a única coisa que fazem é deixar bem presente o muitíssimo trabalho que há ainda a fazer para alcançar o objetivo de haver educação para todos os rapazes e todas as raparigas.
Não querem que pensem em mim como a «menina que foi alvejada pelos talibãs», mas sim como a «menina que lutou pela educação». Esta é a causa a que quero dedicar a minha vida.»
Malala Yousafzai, in "Eu, Malala"

segunda-feira, 6 de outubro de 2014



"Sempre imaginei que o paraíso fosse uma espécie de livraria"

Jorge Luis Borges

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

O ESSENCIAL DA VIDA


“São as crianças que, sem falar, nos ensinam as razões para viver. Elas não têm saberes a transmitir. No entanto, elas sabem o essencial da vida.” 

Rubem Alves