«Parte do processo de auto-aceitação consiste em libertarmo-nos das opiniões dos outros. (...)
Frequentemente, as coisas que achamos que estão «erradas» connosco são somente a expressão da nossa individualidade.»
(Louise L. Hay)
A auto-aceitação é a capacidade de abraçarmos tudo que existe em nós.
É a disponibilidade para assumir e admitir as fraquezas e aceitar-se como imperfeito. Implica autenticidade e não o uso de máscaras, respeitando o seu «ser» e o «ser» do outro, aceitando a diferença, valorizando os próprios esfroços, cooperando consigo mesmo, tirando partido dos próprios erros, dominando e enfrentando o fracasso, sendo optimista e relativizando críticas... sabendo aprender, até mesmo com as injustas.
A auto-aceitação exige dois tipos de capacidade: a de aceitar as nossas qualidades, os nossos dons e as nossas competências sem vaidades; e a de aceitar os nossos limites e os nossos defeitos sem complexos de culpa. (...)
Só quem se aceita como é pode aceitar os outros como eles são, e não como gostaria que fossem, vivendo com eles na harmonia de quem sabe relacionar-se, e de quem aceita aprender com os outros... sempre.»
Ana Paula Bastos, em "Rumo à Plenitude do Ser"
" Porque melhor é a sabedoria do que os rubis; e, de tudo o que se deseja, nada se pode comparar com ela." - Provérbios 8.11
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segunda-feira, 26 de outubro de 2009
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Aprender Quem Somos
« A vida consiste em aprender a viver de maneira autónoma, espontânea e livre: para isso é preciso reconhecer-se a si mesmo – estar familiarizado e à vontade consigo mesmo. Isso significa, basicamente, aprender quem somos e aprender o que temos para oferecer ao mundo contemporâneo e, depois, aprender como fazer para que essa oferta seja válida.
A finalidade da educação é mostrar a uma pessoa como se definir autêntica e espontaneamente em relação ao seu mundo – não é impor uma definição pré-fabricada do mundo e, menos ainda, uma definição arbitrária do próprio indivíduo.
O mundo é feito de pessoas que estão plenamente vivas dentro dele: isto é, de pessoas que podem ser elas mesmas nele e podem nele estabelecer umas com as outras uma relação viva e frutífera. O mundo, portanto, é mais real na proporção em que as pessoas nele são capazes de ser mais plenamente e mais humanamente vivas: isto é, mais capazes de fazer um uso consciente e lúcido de sua liberdade. Basicamente, essa liberdade deve consistir, antes de tudo, na capacidade de escolherem as suas próprias vidas, de se encontrarem no nível mais profundo possível. Uma liberdade superficial de vagar sem destino, ora aqui, ora ali, de experimentar isto e aquilo, de fazer uma escolha de distrações (…) é simplesmente um simulacro. Pretende ser uma liberdade de “escolha” ao passo que se esquiva da tarefa básica de descobrir quem é que escolhe. Não é livre porque não está querendo enfrentar o risco da autodescoberta.» - Thomas Merton, em "Amor e Vida" ( os grifos são meus)
A finalidade da educação é mostrar a uma pessoa como se definir autêntica e espontaneamente em relação ao seu mundo – não é impor uma definição pré-fabricada do mundo e, menos ainda, uma definição arbitrária do próprio indivíduo.
O mundo é feito de pessoas que estão plenamente vivas dentro dele: isto é, de pessoas que podem ser elas mesmas nele e podem nele estabelecer umas com as outras uma relação viva e frutífera. O mundo, portanto, é mais real na proporção em que as pessoas nele são capazes de ser mais plenamente e mais humanamente vivas: isto é, mais capazes de fazer um uso consciente e lúcido de sua liberdade. Basicamente, essa liberdade deve consistir, antes de tudo, na capacidade de escolherem as suas próprias vidas, de se encontrarem no nível mais profundo possível. Uma liberdade superficial de vagar sem destino, ora aqui, ora ali, de experimentar isto e aquilo, de fazer uma escolha de distrações (…) é simplesmente um simulacro. Pretende ser uma liberdade de “escolha” ao passo que se esquiva da tarefa básica de descobrir quem é que escolhe. Não é livre porque não está querendo enfrentar o risco da autodescoberta.» - Thomas Merton, em "Amor e Vida" ( os grifos são meus)
terça-feira, 30 de outubro de 2007
Lobos internos

Um Avô disse ao seu neto, que se chegou a ele com raiva de um amigo que lhe havia feito uma injustiça: "Deixa-me contar-lhe uma história. Eu mesmo, algumas vezes, senti grande ódio daqueles que me "aprontaram" tanto, sem qualquer arrependimento daquilo que fizeram. Todavia, o ódio corrói-te , mas não fere o teu inimigo. É o mesmo que tomaras veneno, desejando que o teu inimigo morra. Lutei muitas vezes contra estes sentimentos".
E o avô continuou contando ao neto: "É como se existissem dois lobos dentro de mim. Um deles é bom e não magoa. Ele vive em harmonia com todos ao redor dele e não se ofende quando não se teve intenção de ofender. Ele só lutará quando for certo fazer isso, e da maneira correcta.
Mas, o outro lobo, ah!, esse é cheio de raiva! Mesmo as pequeninas coisas o lançam num ataque de ira! Ele briga com todos, o tempo todo, sem qualquer motivo. Ele não pode pensar, porque a sua raiva e o seu ódio são muito grandes. É uma raiva inútil, pois sua raiva não irá mudar coisa alguma!
Algumas vezes é difícil conviver com estes dois lobos dentro de mim, pois ambos tentam dominar o meu espírito".
O garoto olhou intensamente nos olhos do seu Avô e perguntou:"Qual deles vence, Avô?"
O Avô sorriu e respondeu baixinho:"Aquele que eu alimento".
Autor desconhecido
sexta-feira, 7 de setembro de 2007
As perguntas importantes de uma pessoa em construção:
- Quais são as minhas principais capacidades e qualidades?
- Quais são as minhas principais limitações e imperfeições?
- O que está hoje ao meu alcance para mudar?
- Quais são os sentimentos que me acompanham mais vezes?
- Qual é o sentimento mais frequente e presente em mim?
- Que sentimento gostaria de sentir mais vezes, ou mais intensamente?
- Está ao meu alcance consegui-lo?
- O que é importante fazer ou oferecer a mim próprio e eu ando a adiar há muito tempo?
- O que é importante fazer ou oferecer a alguém e eu ando a adiar há muito tempo?
- Hoje não pode ser um bom dia para me decidir?
- Ainda tenho sonhos pelos quais valha a pena lutar?
- Quais são os grandes adversários nas minhas lutas?
- Quais são as minhas fortalezas e os motivos para querer sempre recomeçar?
- Que lugar tem a Palavra de Deus no concreto dos meus dias?
- Se eu fosse morrer dentro de cinco minutos e me pusessem em directo na televisão, o que diria?
Fonte: Jovens Redentoristas
- Quais são as minhas principais limitações e imperfeições?
- O que está hoje ao meu alcance para mudar?
- Quais são os sentimentos que me acompanham mais vezes?
- Qual é o sentimento mais frequente e presente em mim?
- Que sentimento gostaria de sentir mais vezes, ou mais intensamente?
- Está ao meu alcance consegui-lo?
- O que é importante fazer ou oferecer a mim próprio e eu ando a adiar há muito tempo?
- O que é importante fazer ou oferecer a alguém e eu ando a adiar há muito tempo?
- Hoje não pode ser um bom dia para me decidir?
- Ainda tenho sonhos pelos quais valha a pena lutar?
- Quais são os grandes adversários nas minhas lutas?
- Quais são as minhas fortalezas e os motivos para querer sempre recomeçar?
- Que lugar tem a Palavra de Deus no concreto dos meus dias?
- Se eu fosse morrer dentro de cinco minutos e me pusessem em directo na televisão, o que diria?
Fonte: Jovens Redentoristas
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