segunda-feira, 17 de agosto de 2009

O AMOR É...

«O amor é um coisa «perigosa», só ele traz a única revolução que proporciona felicidade.
São poucos os que são capazes de amar, e tão poucos os que querem o amor.

Amamos segundo as nossas próprias condições, fazendo do amor um coisa de mercado. Temos mentalidade mercantil, mas o amor não é comercializável nem é um negócio de troca.
O amor é um estado de ser, no qual todos os problemas humanos se resolvem. Vamos ao poço com um dedal e assim a vida torna-se uma coisa sem qualidade, insignificante e limitada.»

J. Krishnamurti, em "Cartas a uma jovem amiga"

3 comentários:

Viviana disse...

Olá Paulo, meu bom amigo

Ainda e sempre,o amor...

"O amor que resolve todos os problemas humanos."

"Vamos á fonte com um dedal"...

Eu creio que ás vezes nem o dedal levamos.

Não levamos "vasilha" alguma.
E daí a nossa pobreza.

Gostei muito desta forma de o autor se expressar:

"Vamos á fonte com um dedal."

è tão bem encontrada a comparação.

Vou registá-la e guardá-la, para dela fazer uso.

Obrigada, por mais esta reflexão.

Desejo-lhe uma semana muito linda, muito abençoada.

Um abraço no amor de Cristo

Viviana

Por Ele. disse...

"São poucos os que são capazes de amar..."

Somente os corajosos amam incondicionalmente, pois o amor é vunerável.

"... E tão poucos os que querem o amor."

Realmente existe, apesar dos lábios dizerem sim. Por que?
Porque no amor incondicional, envolve involuntariamente exposição do coração.

Dra. costa disse...

Amor é ônus; mas não queremos obrigação, queremos conforto; mais fácil é "amar porque..." e não "apesar de". Tolos, ignoramos que só o amor nos conduz à perfeição. Amplexo.
..."E, sobre tudo isto, revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição" (Cl. 3.14).