sábado, 14 de abril de 2007

Para o meu grande amor...


Amor, terno amor...

Este é o tempo de amar;

Aqui e agora...

Tempo de nos darmos,

De nos fundirmos na nossa essência mais profunda.

Tempo luminoso e sereno;

Tempo que se renova e perpetua;

Tempo de luz e esplendor;

Tempo que não se move e não se sente.


Amor, doce amor...

Que é o Amor?

Quem sou?

Quem és?

Quem fomos?

Quem somos e quem seremos?


Manhãs serenas, luminosas...

O nosso amor tudo mudou;

Dentro de nós, fora de nós...

Que alegria é esta?

Que magia nos transcende e encanta?

Quem desvenda o mistério dos laços que nos unem?


Dentro de mim brilha a luz

Que vem de ti ou do Amor?

Esta luz tem de brilhar

E iluminar sempre o nosso caminho.


Sinto-te dentro de mim.

Sou um pouco de ti no melhor de mim.

Se tu és o Amor,

Então eu serei o Amor;

E o Amor seremos nós

Neste tempo presente

Que nos cabe viver.


A muitos nada lhes basta.

Que nunca te baste o amor;

Não tanto o que recebes como o que me dás.

1 comentário:

Achologia disse...

Olá Paulo!
Obrigado por apreciar o Pão quentinho. Acabei de adicionar o "Abrigo dos sábios" em meu blog principal.
Um abraço.
Antonio Francisco.