sexta-feira, 4 de junho de 2010

OS LAÇOS FRÁGEIS DO AMOR


«A. e E. formavam um casal em que cada um, por lassidão ou desespero, tinha renunciado ao amor do outro. Não se tinham separado, haviam recomposto a sua ligação a um nível mais baixo, um gosto comum pelas viagens e antiguidades - laços decerto menos frágeis e dolorosos que a esperança infinita do amor -.
A vida passou desde aí a evitá-los, tal como a água de uma torrente contorna, sem cobrir, uma grande pedra que lhe fique a meio.»

Christian Bobin

3 comentários:

serpai disse...

Olá...!

Sabes...? O meu blog conta já com um ano...! E para a ocasião escrevi algo que também é para ti... e, de passagem, podes ver que há um selo que podes levar, se assim o quiseres... Pois, como o seu nome indica, serve para "selar" este vínculo que nos uniu neste tempo transcorrido..., isso me encantaria..., e faria completo este festejo e a minha alegria...!
Ou se não..., ofereço-te uma flor de Ceibo que é a flor do meu país: Argentina.

Obrigado pela tua presença...!

Cumprimentos,

SERGIO.

Dilce. disse...

Esse trecho é muito importante!
Mas afirmo que amores imperfeitos, são as flores da estação.

Besu :)

Anónimo disse...

Aprendi muito