quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Sobre o casamento


«O compromisso conjugal não é um atalho para o prazer indolor, mas um passo na direcção da coragem para o autoconhecimento, da transformação e do crescimento pessoal, no intercâmbio de forças e fraquezas, em que um faz o outro melhor, muitas vezes às custas de atrito e faísca, pois somente o ferro com ferro se afia.
Costumo dizer que durante a vida de solteiro nos estragamos, e o casamento é a principal resposta terapêutica de Deus. Quem não quer crescer, vencer limites emocionais, reescrever a sua história, exorcizar os seus demónios, fica solteiro e pula de paixão em paixão, em relações que são eternas enquanto duram. Isso sem falar na saúde das futuras gerações e no equilíbrio sistémico possível apenas a uma sociedade que saiba valorizar a família». - Ed Rene Kivitz, em "Outra Espiritualidade"

1 comentário:

Ana disse...

"A minha pele tem a tua marcada... o teu cheiro invadiu o meu corpo, a minha mente..

Cada beijo que trocamos é como se fosse o primeiro... os meus joelhos tremem, o meu coração acelera bem antes dos teus lábios me tocarem... passar os meus dedos pelos teus largos ombos, beijando-te cada milimetro, é um prazer que tenho direito!... O teu braço por cima de mim, deitados, a descansar, ou a falar... é a minha maior perdição.

Costumo dizer que na vida espero jamais cair... Porém, meu Amor... se cair, que caia nos teus braços.


Aconteça que acontecer,

Amar-te-ei eternamente..."